Voltar

Boas práticas na fazenda: veja os resultados do projeto-piloto



Juliana Sodré

Juliana Sodré

Mais organização no trabalho, maior rentabilidade no negócio, melhor qualidade no produto. Bom para todo mundo. Foi isso que os cooperados que participaram do Boas Práticas, programa que faz parte do Fazenda Nota 10, concluíram. Após seis meses de trabalho intenso, a CCPR está comemorando o sucesso desse projeto-piloto que, num primeiro momento, chegou a ser recebido com desconfiança pelos produtores. Foram dois meses de planejamento e quatro de visitas a campo - no total, 202 fazendas contempladas nessa etapa. Os resultados positivos surpreenderam a todos: produtores, técnicos e supervisores.

"Fizemos um projeto-piloto, mas nossas ações têm um alcance amplo e continuado", afirma o gerente de suprimento de leite da CCPR, Juliano Silveira, completando: "A implementação vai ter prosseguimento".  Contratada pela área de suprimentos de leite para implantar o programa junto aos produtores, a empresa de consultoria QCONZ apresentou, no último dia 20, um balanço do trabalho.

O programa foi apresentado em 202 fazendas. Destas, 142 (71%) foram aprovadas, ou seja, atenderam aos critérios estabelecidos pelo programa. Dos 27 quesitos em que os produtores foram avaliados, 11 eram de cumprimento obrigatório. Só foi considerada aprovada a fazenda que obteve 100% de conformidade nos itens essenciais e pelo menos 75% nos não indispensáveis [veja quadro explicativo]. O número de aprovações superou as expectativas. De acordo com os consultores da QCONZ, na maioria das propriedades foram constatadas melhorias consideráveis na segunda visita em relação à primeira.
As fazendas foram avaliadas em relação a quatro pilares [confira os detalhes na página 7]. No pilar "gestão", por exemplo, foram observados o sistema de marcação dos animais, os registros de qualidade do leite, a definição das funções dos colaboradores e a implantação de procedimentos operacionais padrão. Segundo o gerente técnico da QCONZ, Leonardo Araújo, este é o pilar de maior complexidade para adaptação das fazendas.

"Eles já lidavam com conceitos importantes, como a marcação de animais ou a preocupação com a qualidade, mas o Boas Práticas chegou e organizou tudo, padronizou", conta Maria Izabelle Brandão, supervisora de projetos agropecuários e qualidade do leite da região de Guanhães. "O projeto deu uma cara nova para a maioria das fazendas", disse ela, que acompanhou o trabalho em 21 propriedades da região.

O pilar "infraestrutura" foi aquele em que os cooperados mais se empenharam, sobretudo em relação à sala de leite e ao armazenamento de medicamentos e alimentos. "No fim, eles já estavam fazendo além do que a gente demandava, foi gratificante", diz a supervisora de projetos e qualidade Regina Silva, que atendeu as propriedades da região de Curvelo (MG). O produtor Célio Fernandes, da fazenda Laranjeiras, associado à Producentro (Cooperativa dos Produtores Rurais da Região Central de Minas Gerais), foi um dos que foram além do solicitado: organizou o depósito de ração e aproveitou para fazer o forro da sala do leite, item que não era obrigatório. "Eu já queria organizar o quarto de ração há um tempo, mas faltava esse incentivo", reconhece ele. Antes, a sala de tanque não parava limpa. Agora, o padrão de higiene é outro. "Quando está tudo organizado, os produtores percebem que o negócio flui melhor, sem dificuldade", conclui Regina Silva.

Um dos objetivos do programa é profissionalizar os sistemas de produção do leite para agregar valor à cadeia. Nesse aspecto, o pilar "qualidade do leite" ganha destaque. O número de fazendas em desconformidade com os níveis aceitáveis de CBT (< 50 mil UFC/ml e < 70 mil UFC/ml na média dos últimos 90 dias) foi pequeno, uma demonstração de que já está na cultura do produtor manter baixos esses índices.

No pilar "bem-estar animal", os resultados também foram bastante satisfatórios. Na avaliação dos consultores, a ausência de maus-tratos é evidente e há preocupação por parte de todos quanto ao uso de medicamentos registrados e aprovados. Para Leonardo Araújo, o Boas Práticas só foi tão bem-sucedido porque contou com a participação intensa de toda a equipe da CCPR, de produtores e de terceiros. "Todos compraram a ideia", celebrou. Outra característica fundamental para o êxito da iniciativa foi a praticidade do material. Interativo e autoexplicativo, o kit entregue aos produtores incluiu um livro ilustrado de procedimentos, um caderno de registro e um quadro de pilares com os objetivos a serem alcançados. "Os produtores estavam procurando melhorias e viram no projeto uma forma de avançar", concluiu.

PEQUENAS INICIATIVAS, GRANDES RESULTADOS

Pequenas ideias podem gerar grandes negócios. Nas fazendas, não é diferente. Pequenas iniciativas podem se tornar boas práticas e garantir excelentes resultados. Ideias simples colocadas em prática durante o projeto deram solução a problemas antigos. Propostas acessíveis, como colocar iscas para ratos, construir ratoeiras ou separar remédios em caixas identificadas, quebraram a noção inicial de que seria preciso fazer investimentos não programados para adequar as propriedades ao Boas Práticas. Supervisores da CCPR, como Sâmara Rufino, da região de Pará de Minas, ouviram de muitos produtores um mesmo relato: algumas práticas sugeridas eram tão simples - e tão recompensadoras - que deveriam ter sido implementadas antes. Mas foi por causa do projeto que todos (produtores, funcionários e consultores técnicos) abraçaram as mudanças. Por causa da visita da equipe do Boas Práticas, o produtor Robson Ramos, de Lavras, conseguiu mudar sua fazenda de tal forma que até seu carro, que antes ficava ao ar livre, exposto ao sol e à chuva, ganhou espaço no galpão. E só foi preciso organização. "Havia muito entulho, muita coisa sem uso no galpão", conta Fabíola Meirelles, supervisora de projetos e qualidade que o ajudou no processo. "A limpeza e a organização trouxeram outro ar para a fazenda", afirma.

As farmácias das fazendas foram outro item relevante na implantação das boas práticas. Algumas se encontravam desorganizadas e os remédios estavam sem identificação. Sâmara Rufino, que atendeu a região de Pará de Minas, cita a farmácia feita pelo produtor Darci Aleixo de Freitas, da fazenda Freitas, em Itaúna (MG), associado à Cooperita (Cooperativa dos Produtores Rurais de Itaúna). Ele utilizou madeiras, fez gavetas e adesivou para facilitar o manejo e profissionalizar o ambiente. Embora a adesão ao Boas Práticas tenha sido voluntária e gratuita, é natural que tenha havido resistência."Teve gente que chegou a chorar com medo de não passar, como se fosse uma avaliação", lembra a supervisora de projetos e qualidade Regina Silva, que atendeu a região de Curvelo. Mas a fala mudou na medida em que eles foram compreendendo os resultados. "Por que não fizemos isso antes?" passou a ser a pergunta que os supervisores da CCPR mais ouviram.

A HORA DO RECONHECIMENTO

Os produtores das 142 propriedades aprovadas no projeto Boas Práticas na Fazenda ganharam o merecido reconhecimento. Além do certificado e do selo, cada um deles ganhou o azulejo Fazenda Nota 10. "Os produtores ficaram com brilho nos olhos ao receber o azulejo", conta Leonardo Duarte, supervisor de projetos e qualidade que atendeu a região de Uberlândia. "Muitos que não participaram no primeiro momento já estão pedindo para integrarem o programa e serem certificados", contou.

O produtor estava pedindo por isso. É o que concluiu o coordenador de captação José Henrique Pereira. Os funcionários envolvidos na ordenha, do mesmo modo, foram reconhecidos com um certificado de participação no projeto. "O trabalhador também se sentiu valorizado", conta Sâmara Rufino, completando: "Vários nos pediram para emoldurar o certificado."

E não foi só a CCPR que reconheceu os produtores. A mídia também. Em Carmo do Cajuru (MG), o produtor José Ferreira de Souza, da fazenda Empanturrado, associado à Coopracal (Cooperativa Regional dos Produtores Rurais do Carmo do Cajuru), foi entrevistado pela TV Integração para mostrar como, sem gastar dinheiro e usando criatividade, conseguiu alcançar melhorias e se adequar às regras do Boas Práticas. "Não tem luxo, não tem beleza, não tem nada. Foram coisas simples", contou o produtor à equipe de reportagem da TV, exibindo com orgulho seu azulejo Fazenda Nota 10. "Para mim foi um prêmio, um incentivo para eu sempre fazer melhor", reconheceu.

E José Ferreira está certíssimo. O que a CCPR quer é incentivar. O objetivo não é descadastrar ninguém. Pelo contrário: é criar uma cultura de envolvimento e comprometimento com os produtores, levando até eles as ferramentas e a tecnologia para que possam caminhar sozinhos num mercado cada vez mais rigoroso. Afinal, o nível de exigência do Boas Práticas na Fazenda é exatamente o mesmo que vem sendo requisitado pelo mercado e pelo consumidor.

QUEM É NOSSA PARCEIRA NO BOAS PRÁTICAS

Para desenvolver o Boas Práticas, a CCPR convidou uma empresa que se tornou referência mundial quando o assunto é sistema de qualidade no mercado leiteiro. A QCONZ América Latina Consultoria e Treinamento é braço operacional da empresa criada há 16 anos na Nova Zelândia e que hoje tem atuação mundial, prestando serviço de auditoria, consultoria e treinamento. No Brasil, a QCONZ chegou em 2009. Desde então, o trabalho em prol da qualidade do leite cru fornecido pelos produtores só foi expandido. Inovadora, a empresa possui expertise tecnológica em todas as etapas do gerenciamento da qualidade em fazendas, desde os testes em ordenhadeiras até o gerenciamento de qualidade do leite, passando por saúde animal, fertilidade do solo e pastagem.

Mais organização no trabalho, maior rentabilidade no negócio, melhor qualidade no produto. Bom para todo mundo. Foi isso que os cooperados que participaram do Boas Práticas, programa que faz parte do Fazenda Nota 10, concluíram. Após seis meses de trabalho intenso, a CCPR está comemorando o sucesso desse projeto-piloto que, num primeiro momento, chegou a ser recebido com desconfiança pelos produtores. Foram dois meses de planejamento e quatro de visitas a campo - no total, 202 fazendas contempladas nessa etapa. Os resultados positivos surpreenderam a todos: produtores, técnicos e supervisores.

"Fizemos um projeto-piloto, mas nossas ações têm um alcance amplo e continuado", afirma o gerente de suprimento de leite da CCPR, Juliano Silveira, completando: "A implementação vai ter prosseguimento".  Contratada pela área de suprimentos de leite para implantar o programa junto aos produtores, a empresa de consultoria QCONZ apresentou, no último dia 20, um balanço do trabalho.

O programa foi apresentado em 202 fazendas. Destas, 142 (71%) foram aprovadas, ou seja, atenderam aos critérios estabelecidos pelo programa. Dos 27 quesitos em que os produtores foram avaliados, 11 eram de cumprimento obrigatório. Só foi considerada aprovada a fazenda que obteve 100% de conformidade nos itens essenciais e pelo menos 75% nos não indispensáveis [veja quadro explicativo]. O número de aprovações superou as expectativas. De acordo com os consultores da QCONZ, na maioria das propriedades foram constatadas melhorias consideráveis na segunda visita em relação à primeira.
As fazendas foram avaliadas em relação a quatro pilares [confira os detalhes na página 7]. No pilar "gestão", por exemplo, foram observados o sistema de marcação dos animais, os registros de qualidade do leite, a definição das funções dos colaboradores e a implantação de procedimentos operacionais padrão. Segundo o gerente técnico da QCONZ, Leonardo Araújo, este é o pilar de maior complexidade para adaptação das fazendas.

"Eles já lidavam com conceitos importantes, como a marcação de animais ou a preocupação com a qualidade, mas o Boas Práticas chegou e organizou tudo, padronizou", conta Maria Izabelle Brandão, supervisora de projetos agropecuários e qualidade do leite da região de Guanhães. "O projeto deu uma cara nova para a maioria das fazendas", disse ela, que acompanhou o trabalho em 21 propriedades da região.

O pilar "infraestrutura" foi aquele em que os cooperados mais se empenharam, sobretudo em relação à sala de leite e ao armazenamento de medicamentos e alimentos. "No fim, eles já estavam fazendo além do que a gente demandava, foi gratificante", diz a supervisora de projetos e qualidade Regina Silva, que atendeu as propriedades da região de Curvelo (MG). O produtor Célio Fernandes, da fazenda Laranjeiras, associado à Producentro (Cooperativa dos Produtores Rurais da Região Central de Minas Gerais), foi um dos que foram além do solicitado: organizou o depósito de ração e aproveitou para fazer o forro da sala do leite, item que não era obrigatório. "Eu já queria organizar o quarto de ração há um tempo, mas faltava esse incentivo", reconhece ele. Antes, a sala de tanque não parava limpa. Agora, o padrão de higiene é outro. "Quando está tudo organizado, os produtores percebem que o negócio flui melhor, sem dificuldade", conclui Regina Silva.

Um dos objetivos do programa é profissionalizar os sistemas de produção do leite para agregar valor à cadeia. Nesse aspecto, o pilar "qualidade do leite" ganha destaque. O número de fazendas em desconformidade com os níveis aceitáveis de CBT (< 50 mil UFC/ml e < 70 mil UFC/ml na média dos últimos 90 dias) foi pequeno, uma demonstração de que já está na cultura do produtor manter baixos esses índices.

No pilar "bem-estar animal", os resultados também foram bastante satisfatórios. Na avaliação dos consultores, a ausência de maus-tratos é evidente e há preocupação por parte de todos quanto ao uso de medicamentos registrados e aprovados. Para Leonardo Araújo, o Boas Práticas só foi tão bem-sucedido porque contou com a participação intensa de toda a equipe da CCPR, de produtores e de terceiros. "Todos compraram a ideia", celebrou. Outra característica fundamental para o êxito da iniciativa foi a praticidade do material. Interativo e autoexplicativo, o kit entregue aos produtores incluiu um livro ilustrado de procedimentos, um caderno de registro e um quadro de pilares com os objetivos a serem alcançados. "Os produtores estavam procurando melhorias e viram no projeto uma forma de avançar", concluiu.

PEQUENAS INICIATIVAS, GRANDES RESULTADOS

Pequenas ideias podem gerar grandes negócios. Nas fazendas, não é diferente. Pequenas iniciativas podem se tornar boas práticas e garantir excelentes resultados. Ideias simples colocadas em prática durante o projeto deram solução a problemas antigos. Propostas acessíveis, como colocar iscas para ratos, construir ratoeiras ou separar remédios em caixas identificadas, quebraram a noção inicial de que seria preciso fazer investimentos não programados para adequar as propriedades ao Boas Práticas. Supervisores da CCPR, como Sâmara Rufino, da região de Pará de Minas, ouviram de muitos produtores um mesmo relato: algumas práticas sugeridas eram tão simples - e tão recompensadoras - que deveriam ter sido implementadas antes. Mas foi por causa do projeto que todos (produtores, funcionários e consultores técnicos) abraçaram as mudanças. Por causa da visita da equipe do Boas Práticas, o produtor Robson Ramos, de Lavras, conseguiu mudar sua fazenda de tal forma que até seu carro, que antes ficava ao ar livre, exposto ao sol e à chuva, ganhou espaço no galpão. E só foi preciso organização. "Havia muito entulho, muita coisa sem uso no galpão", conta Fabíola Meirelles, supervisora de projetos e qualidade que o ajudou no processo. "A limpeza e a organização trouxeram outro ar para a fazenda", afirma.

As farmácias das fazendas foram outro item relevante na implantação das boas práticas. Algumas se encontravam desorganizadas e os remédios estavam sem identificação. Sâmara Rufino, que atendeu a região de Pará de Minas, cita a farmácia feita pelo produtor Darci Aleixo de Freitas, da fazenda Freitas, em Itaúna (MG), associado à Cooperita (Cooperativa dos Produtores Rurais de Itaúna). Ele utilizou madeiras, fez gavetas e adesivou para facilitar o manejo e profissionalizar o ambiente. Embora a adesão ao Boas Práticas tenha sido voluntária e gratuita, é natural que tenha havido resistência."Teve gente que chegou a chorar com medo de não passar, como se fosse uma avaliação", lembra a supervisora de projetos e qualidade Regina Silva, que atendeu a região de Curvelo. Mas a fala mudou na medida em que eles foram compreendendo os resultados. "Por que não fizemos isso antes?" passou a ser a pergunta que os supervisores da CCPR mais ouviram.

A HORA DO RECONHECIMENTO

Os produtores das 142 propriedades aprovadas no projeto Boas Práticas na Fazenda ganharam o merecido reconhecimento. Além do certificado e do selo, cada um deles ganhou o azulejo Fazenda Nota 10. "Os produtores ficaram com brilho nos olhos ao receber o azulejo", conta Leonardo Duarte, supervisor de projetos e qualidade que atendeu a região de Uberlândia. "Muitos que não participaram no primeiro momento já estão pedindo para integrarem o programa e serem certificados", contou.

O produtor estava pedindo por isso. É o que concluiu o coordenador de captação José Henrique Pereira. Os funcionários envolvidos na ordenha, do mesmo modo, foram reconhecidos com um certificado de participação no projeto. "O trabalhador também se sentiu valorizado", conta Sâmara Rufino, completando: "Vários nos pediram para emoldurar o certificado."

E não foi só a CCPR que reconheceu os produtores. A mídia também. Em Carmo do Cajuru (MG), o produtor José Ferreira de Souza, da fazenda Empanturrado, associado à Coopracal (Cooperativa Regional dos Produtores Rurais do Carmo do Cajuru), foi entrevistado pela TV Integração para mostrar como, sem gastar dinheiro e usando criatividade, conseguiu alcançar melhorias e se adequar às regras do Boas Práticas. "Não tem luxo, não tem beleza, não tem nada. Foram coisas simples", contou o produtor à equipe de reportagem da TV, exibindo com orgulho seu azulejo Fazenda Nota 10. "Para mim foi um prêmio, um incentivo para eu sempre fazer melhor", reconheceu.

E José Ferreira está certíssimo. O que a CCPR quer é incentivar. O objetivo não é descadastrar ninguém. Pelo contrário: é criar uma cultura de envolvimento e comprometimento com os produtores, levando até eles as ferramentas e a tecnologia para que possam caminhar sozinhos num mercado cada vez mais rigoroso. Afinal, o nível de exigência do Boas Práticas na Fazenda é exatamente o mesmo que vem sendo requisitado pelo mercado e pelo consumidor.

QUEM É NOSSA PARCEIRA NO BOAS PRÁTICAS

Para desenvolver o Boas Práticas, a CCPR convidou uma empresa que se tornou referência mundial quando o assunto é sistema de qualidade no mercado leiteiro. A QCONZ América Latina Consultoria e Treinamento é braço operacional da empresa criada há 16 anos na Nova Zelândia e que hoje tem atuação mundial, prestando serviço de auditoria, consultoria e treinamento. No Brasil, a QCONZ chegou em 2009. Desde então, o trabalho em prol da qualidade do leite cru fornecido pelos produtores só foi expandido. Inovadora, a empresa possui expertise tecnológica em todas as etapas do gerenciamento da qualidade em fazendas, desde os testes em ordenhadeiras até o gerenciamento de qualidade do leite, passando por saúde animal, fertilidade do solo e pastagem.

Informativo do preço do leite pago ao produtor ccpr

De acordo com a lei 12.669 de 19 de junho de 2012, informamos o preço bruto mínimo pago pelo leite a ser fornecido em Outubro de 2018.

Informativo do preço do leite pago ao produtor ccpr

De acordo com a lei 12.669 de 19 de junho de 2012, informamos o preço bruto mínimo pago pelo leite a ser fornecido em Outubro de 2018.